terça-feira, 8 de agosto de 2017

ANIMAÇÃO USANDO POWTOON

Prezados!
Segue o endereço para visualização da animação criada pelo Powtoon com o conteúdo de Critérios da Divisibilidade por 2, 3 4 e 5.




Um abraço,

terça-feira, 18 de julho de 2017

ESTUDO DE FUNÇÃO COM MAPA CONCEITUAL

ATIVIDADE UTILIZANDO MAPA CONCEITUAL
A atividade foi desenvolvida com alunos da 1ª série do Ensino Médio com o conteúdo de Função.
Após ter dialogado com os alunos contextualizando a função como conteúdo matemático, porém de uso rotineiro na vida dos estudantes, definimos Função Afim ou Função Polinomial do 1º grau, classificando-as de acordo com sua crescência e condicionando os coeficientes de a e b na função definida como f(x)= ax + b.  Depois de entendido e dado alguns exemplos de funções, perguntei se eles já conheciam a técnica de mapa conceitual como critério de assimilação e organização de conteúdos. Eles me disseram que já tinham feito na aula de Biologia. Desta forma, retomei um modelo de mapa conceitual e solicitei que construíssem um para formalizar o conteúdo visto na aula. Constatei que alguns tiveram dificuldade em desenhar o resumo, porém outros se desempenharam com criatividade.
Observando e argumentando o trabalho de cada um, percebi que através do mapa conceitual os alunos ficaram felizes em expor seus pensamentos e entendimentos através de um resumo utilizando desenhos, até mesmo geométricos.
O aluno A, disse “de agora em diante eu farei sempre esse resumo para facilitar meus estudos, através do mapa conceitual, consegui expor meu pensamento e organizar minha ideia do assunto estudado, farei isso em outras disciplinas também.”
Os Mapas Conceituais nos auxiliam de modo simples no entendimento através do visual e do escrito, conteúdos abordados em todos os sentidos, nos auxiliando e minimizando esforços no acondicionamento das ideias. Muito proveitoso o momento com os alunos!

terça-feira, 11 de julho de 2017

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

Sou Marcelo Morello, estou na Educação como professor Educador desde 1987, na Rede Estadual do Espírito Santo, na disciplina de Matemática no Ensino Fundamental séries finais e Ensino Médio. Atualmente apenas no Ensino Médio. Já trabalhei como Preceptor no Curso de Licenciatura em Matemática pela UNIUBE-Universidade de Uberaba na cidade de Barra de São Francisco e Mantenópolis, ES durante cinco anos. Atualmente estou como Tutor presencial no Curso de Física pela UFES no Polo de Colatina-ES. Gosto muito do que faço e acredito que a Educação é o caminho para a assunção do ser humano enquanto cidadão.
Um forte abraço!!!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

ATIVIDADE 6 - EIXO GESTÃO



A expectativa de ser tutor de um grupo de professores da mesma área que a minha já foi uma grande barreira, pois não sabia com que tipo de professor iria me deparar. A formação enquanto tutor me trouxe grandes realizações, porque sempre tive curiosidades com as ferramentas tecnológicas e saber usá-las e aplicá-las, para mim, foi de grande valia. As discussões feitas através dos fóruns, wikis, chats, reuniões internas, dos assuntos abordados em cada atividade, fizeram-me crescer a cada dia. As ferramentas apresentadas nesta formação, tipo: como criar um wiki, um tutorial, etc., nos faz acreditar que podemos ir além do que somos. Acredito que a maioria dos professores, muitas vezes, deixa de aplicar tais ferramentas pelo simples fato de não terem  afinidade com as mesmas.
Em qualquer formação online o tempo é fator importante e vejo que nós somos os responsáveis para o gerenciamento do mesmo. Por isso, consegui direcioná-lo de forma correta, realizando todas as atividades em tempo hábil, acompanhando o trabalho dos meus colegas e ajudando na medida do possível. Os trabalhos realizados em grupos online são interessantes, as ferramentas disponibilizadas, como hangoudt, skype, audacity, podomatic, entre outros, deixaram-se entusiasmado, porém  tive bastante dificuldade por serem escritos em inglês, ainda estou me aprimorando, mas vou chegar lá. Uma dificuldade que encontrei foi nos cursos online, quanto ao comprometimento e credibilidade dos cursistas na participação dos fóruns.
Acredito que o sucesso depende de todos, em especial da minha dedicação e honestidade no trabalho em que realizo. Não somos perfeitos, mas devemos procurar a perfeição.
Percebi que meus colegas atuaram com compromisso e responsabilidade, sendo facilitadores da aprendizagem. Embora o tempo seja problema de todos, acredito que conseguimos superá-lo com êxito este obstáculo.
A troca de experiência e a interação entre tutores, mediadores e suplentes com certeza foi de grande valia.
A você Leandro, nosso tutor, obrigado pelo comprometimento conosco nesta formação. Seus ensinamentos ficarão para sempre e serão multiplicados. Parabéns!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

SITUAÇÕES DE DIFICULDADES VIVIDAS POR PROFESSORES COM ALUNOS EM SALADE AULA E POSSÍVEIS TRANSFORMAÇÕES DESSAS SITUAÇÕES EM OPORTUNIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO

Professor (1): Minha experiência foi em uma escola EMEF “JOSÉ ANTÔNIO DE CARVALHO” em um distrito de Guaçuí/ES, os alunos da 8ª/9º ano que estudavam no vespertino, foram convidados a frequentar a  escola no matutino, todas as quartas feiras, onde trabalhei no espaço do laboratório de informática, que também é biblioteca, usando as atividades da prova Brasil de anos anteriores, pesquisando e complementando atividades baseada nos exemplos da prova Brasil. Esse trabalho foi feito no segundo semestre. Onde podemos observar uma melhora no Ideb de 2011, que foi o ano que foi feito o trabalho, vejam a tabela abaixo:
EMEF " JOSÉ ANTÔNIO DE CARVALHO"
IDEB OBSERVADO
METAS PROJETADAS
2005
1,7
2007
2,5
2009
3,7
2011
4,7
2007
1,8
2009
2,1
2011
2,4
2013
2,9
2015
3,4
2017
3,6
2019
3.9
2021
4,2
Fonte: Portal do INEP.

Comentários: A idéia feita na sua escola é excelente.
Já cheguei a discutir sobre isso na escola que trabalho no horário da manhã e até da tarde, pensando em melhorar o desempenho dos alunos na olimpíada de matemática.
Mas duas situações impediram: espaço na escola, uma vez que não tem salas desocupada no contra turno para ser usada e numa delas a biblioteca é muito pequena. E a falta de professor para fazer esse trabalho, e não falo no fato de o professor ser voluntário, mas sim no fato de que temos que trabalhar até 3 horários para vivermos como professor e desta forma não temos o tempo disponível.
Mas se esses dois obstáculos não existirem na escola, acredito que esse é o caminho certo para melhorar o interesse e o desempenho de nossos alunos na matemática, seja em olimpíada, prova Brasil ou sala de aula

Professor (2): Estou neste momento saboreando as dificuldades dos alunos da 3ª série do Ensino Médio com relação aos descritores do SAEB. Simulado aplicado em todas as escolas do Ensino Médio do Estado. Ao fazer a correção das questões, percebi que muitos descritores não foram trabalhados com os alunos. Desta forma, elaborarei atividades diversificadas, através de situações problema similares aos apresentados, contemplando os descritores que merecem destaque tentando resgatar os não apreendidos até então. Espero conseguir êxito nas próximas provas externas que virão.
Podemos observar que fez um trabalho diferenciado e que deu certo. O que precisamos é conscientizar nossos professores de que quando trabalhamos pra valer e levamos a sério,funciona!
Comentários: Não tenho muita experiência com terceiros anos, mas acho a sua ideia válida. Siga em frente que terá exito com certeza.
Professor (3): A situação que irei relatar ocorreu no ano passado, no Curso Online 2 desta fase do Multicurso. No Módulo 3 desse curso, a atividade proposta aos cursistas foi a participação num Wiki.
Num chat no início deste módulo, uma cursista demonstrou interesse em saber como funcionava um Wiki, como identificávamos quem estava fazendo as postagens, se tínhamos como recuperar postagens apagadas, dentre outras questões, então a convidei para ser a “editora” do Wiki da sua turma e ela aceitou. Como “editora”, expliquei que ela poderia corrigir erros de ortografia, trocar parágrafos de lugar de forma a tornar o texto mais coerente e apagar assinaturas dos cursistas (pois vários assinavam as postagens, mesmo após terem sido enviadas orientações sobre isso). Ela só não deveria apagar postagens, a não ser que estivessem repetidas. Caso algum cursista apagasse todo o texto, eu iria recuperá-lo.
A professora gostou da ideia e começou a cuidar muito bem do Wiki da sua turma. Eu acompanhava as edições que ela fazia no texto. Certo dia, quando abri o Wiki, encontrei somente uma postagem em vermelho, com letras grandes, dizendo aos professores que eles não deveriam apagar o texto todo para colocarem o texto deles, que eles deveriam respeitar as contribuições dos outros.
Verifiquei que um cursista havia apagado tudo e que a “editora” tinha deixado aquele recado. A mesma estava online, então mandei uma mensagem perguntando se ela poderia entrar no chat naquele momento.
Ela entrou e me contou que estava muito chateada porque os professores tinham apagado o Wiki todo e que ela tinha deixado um recado lá. Eu disse que tinha visto e expliquei que é comum algum cursista apagar tudo e que isso geralmente não é intencional, quando ele vai digitar e já encontra texto na caixa, pode acontecer de apagar por falta de conhecimento sobre como inserir a sua contribuição. Disse que era por isso que o Wiki precisava ser acompanhado de perto, que eu iria recuperar o texto, que ela estava sendo uma boa "editora" e que quando isso ocorresse novamente (brinquei dizendo que certamente ocorreria), que ela poderia aguardar que eu iria recuperar o texto e orientar os cursistas novamente sobre como contribuir no Wiki.
Ela ficou satisfeita e até riu do comentário que deixou, disse que quis brigar com os colegas de turma, mas que depois da nossa conversa compreendeu melhor a situação.
Comentários: Sabemos que as ferramentas existem para serem apropriadas, mas infelizmente nem todos querem apreciá-las, preferem continuar no modismo. Considero o wiki uma ferramenta importante na construção de conhecimentos, pois muitos podem contribuir com pensamentos que se divergem e/ou convergem até que todos possam chegar a um consenso. Sendo assim, achei muito interessante você dar incumbência à cursista de controle e observação do wiki para não causar outros transtornos no decorrer da atividade. Acredito que desta forma ela mesma procurou se integrar mais com a mesma. Acho difícil acompanhar os comentários. Sua experiência não apenas mostra o resultado positivo da professora que aceitou o desafio. Mas o seu também que aprendeu a usar a ferramenta e divulgou o seu conhecimento. Muito legal essa experiência, podemos ver que na prática a diversidade de opiniões torna a wiki um texto de opiniões muito contraditórias ou não, e é isso que faz o produto final algo muito interessante.
Professor (4): A maior dificuldade hoje em se ensinar matemática é um currículo extenso, com conteúdos muitas vezes inútil, que toma todo o tempo do professor e aluno, levando a deixar para trás as vezes conteúdos importantes (pois perdemos muito tempo com revisões de conteúdos que nossos alunos deveriam saber mas não sabem) que fazem falta no dia a dia do futuro de nossos alunos.
O estado há alguns anos atrás reformulou o currículo básico de ensino, eu esperei com ansiedade, achando que alguns conteúdos matemáticos desnecessário ao nosso dia a dia fossem tirados do currículo para que pudéssemos dar uma atenção maior ao conteúdo que realmente importa a realidade atual e futura de nossos alunos e de nossa sociedade.
Mas para minha surpresa mantiveram tudo e mudaram apenas as ordens, complicando ainda mais a vida do educador uma vez que os nas editoras não seguiram a alteração da ordem feita (mesmo porque alguns conteúdos se aplicados na ordem colocada só dificulta a aprendizagem de nossos alunos ao invés de melhorar).
Para mim a solução desse problema esta numa nova reformulação do conteúdo básico do currículo da matemática. E se não dá para termos todos os professores de matemática envolvidos nesse processo, um bom começo é juntar os professores de matemática ligados ao multicurso para sugerir e quem sabe trabalhar nessa nova reformulação.
Mas isso por hora é só um sonho, uma vez que ainda não vi nem se quer fazer uma pesquisa direta aos professores de matemática sobre as vantagens e desvantagem do novo currículo de matemática.
Comentários: Concordo plenamente com você, aliás acho que esse deveria ser o eixo norteador das discussões acerca do ensino-aprendizagem de matemática para o Estado do Espírito Santo e para todo o país. 
Professor (5): A experiência que vou compartilhar me incomoda há muitos anos e acredito que esse ano consegui ultrapassar essa barreira. Sempre que trabalho com geometria métrica espacial (cálculo de área e volume de sólidos geométricos) sinto que os alunos sentem muitas dificuldades, pois não conseguem relacionar os modelos matemáticos com situações reais. Em anos anteriores trabalhei com os sólidos em acrílico, com sólidos feitos de palitos de churrasco, construção de sólidos planificados, caixas embalagens,etc...mas sempre sentia que ficava um hiato entre esses modelos e as situações reais.
No final do ano passado, quando estava fazendo compras de natal, vi algumas embalagens de propaganda de uma determinada marca em forma de cubos e prismas de base hexagonal(embalagens com cerca de 50 cm de altura) e resolvi pedir ao lojista que me cedesse tal material para trabalhar em sala.
Esse ano, entrei em sala e sem falar nada com os alunos, comecei a montar tais embalagens. Assim que montei as embalagens, desmontei, recortei e colei tais embalagens no quadro. Os alunos apenas observaram e a partir de então senti que a experiência fluiu bem, pois desde então eles conseguiram ultrapassar a barreira do virtual para o real.
Comentários: Observa-se que com um pouco de determinação, podemos caminhar a favor de uma educação significativa. Essas questões vão muito além do que de fato é discutido. Hoje já encontramos muitos casos de sucesso na educação, que poderia ser utilizado também como referência.
Professor (6): No ano de 2011, cheguei ao 3º ano do Ensino Médio para dar aula e senti certa dificuldade naquele dia, pois todos estavam apreensivos porque em sequência da aula de Matemática seria a aula de Língua Portuguesa em que aconteceria a apresentação de livros literários e essa apresentação ocorreria em forma de sorteio, o qual a professora realizaria.
Diante desse tumulto, percebi que não adiantaria confrontar com eles obrigando-os a voltar toda a atenção para a aula de matemática porque eu não obteria sucesso, visto que eles não estavam prestando devida atenção a aula. Como eu estava trabalhando o conteúdo de Probabilidade com a turma, sugeri que fôssemos calcular as probabilidades de sorteio de cada um para a apresentação dos Livros na aula de Língua Portuguesa. Assim, consegui uma solução para o meu problema e consegui fazer com que a turma participasse da aula.
Comentários: você encontrou uma ótima estratégia para resolver o conflito com a turma de 3º ano. Ao abordar a situação que os alunos estavam vivenciando como contexto para a sua aula, o interesse deles foi despertado. Eles devem ter gostado de saber as chances que tinham de ser sorteados para a apresentação. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

REDES SOCIAIS

ATIVIDADE 1- EIXO: GESTÃO
REDES SOCIAIS – ESCOPO DA ANÁLISE
            Muitas reflexões e estudos são feitos através das redes sociais. O compartilhar idéias, a disseminação de conhecimentos, as opiniões, possibilitam ampliarmos informações, na qual podemos escolher a fonte. O acesso livre e gratuito acaba encurtando o caminho para o conhecimento de muitos, que até então era restrito a poucos.
            A influência das redes sociais na vida das pessoas é inegável, sabendo que existe o lado positivo e negativo na troca de informações. A quantidade de pessoas que utilizam as redes sociais é crescente, e não poderíamos deixar de citar a rede social NING, como fonte de busca de conhecimentos e informações relacionadas ao mundo matemático. Acredito que o fortalecimento da mesma, é de interesse de muitos professores, pois através dela conseguimos ver que a matemática pode ser ensinada com maior entusiasmo aos nossos alunos. Desta forma, poderíamos questionar:
1) De que forma as redes sociais podem nos ajudar na construção de um planejamento eficaz?
2) O que vocês acham de discutirmos semanalmente assuntos de interesse coletivo, relacionada à matemática através de chats?
3) O que devemos postar na rede social NING, para contribuirmos de forma significativa na aprendizagem dos alunos?
4) Como tenho associado minha formação no Multicurso Matemática à prática em sala de aula?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Atividade 3.1- EIXO AVALIAÇÃO

Endereço do WIKI:
Atividade do PFT: Eixo III - Avaliação.
Resumo
A série Mão na Forma apresenta, de forma prática e atraente, como identificar as formas geométricas que existem ao nosso redor, usando uma abordagem interdisciplinar, na medida em que relaciona as formas geométricas com: fatos históricos; aplicações na construção civil; as artes e formas similares encontradas na natureza.  Os sólidos platônicos são mostrados com abordagens distintas e entre estas. As formas geométricas planas destacadas são: o triângulo, o quadrado e o pentágono regular. O teorema de Pitágoras é abordado e ilustrado. A relação 3, 4 e 5 do triângulo retângulo de Pitágoras é investigada nos sólidos platônicos. Durante esta investigação, são enfatizados os elementos externos dos poliedros que são as faces, os vértices e as arestas.
Palavras-chave
Sólidos platônicos, dodecaedro, pentágono, geometria, Teorema de Pitágoras.
Nível de ensino
Ensino Fundamental (8º e 9º ano) e 1º ano do Ensino Médio.
Componente curricular
Matemática.
Disciplinas relacionadas
Ciências, História e Artes.
Aspectos relevantes do vídeo
No vídeo “Diálogos Geométricos”, os conteúdos mais importantes dos seis vídeos anteriores da série “Mão na Forma” são retomados. O destaque é dado aos seguintes temas: as características dos triângulos com relação ao número de lados e ângulos; a rigidez das estruturas triangulares e sua aplicação na construção civil e no equilíbrio do corpo humano; as figuras geométricas que aparecem na natureza; o desenho de malhas; os sólidos geométricos; o triângulo de Pitágoras e a relação 3, 4 e 5 encontradas nos sólidos platônicos. Aparecem destacadas várias figuras geométricas planas como o quadrado, o triângulo como figura que não se deforma, os ângulos internos e seus lados. As flores na natureza ajudam o aluno a relacionar o ambiente com as figuras geométricas já estudadas e ajuda a relacionar o mundo ao seu redor com a geometria.
Duração da atividade
50 minutos.
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Relacionar as estruturas presentes na natureza com a geometria plana e espacial.
Observar o mundo ao seu redor para identificar figuras geométricas em diversos espaços e no seu próprio cotidiano contribuindo com sua aprendizagem.

Conhecimentos prévios que devem ser trabalhados pelo professor com o aluno
Noções primitivas de geometria.
Estratégias e recursos da aula/descrição das atividades
Etapa 1 – mobilização
Motive-os a partir de uma pequena discussão relacionada às formas geométricas. Por exemplo: Tem geometria numa flor de lotus? Na calçada de sua casa?  Quais as formas geométricas que aparecem? Qual é a principal forma de um telhado de um galpão? A partir disto programe a construção de figuras geométricas numa folha A4 a partir de figuras primitivas, como triângulo, quadrado, etc. A avaliação diagnóstica entraria neste momento para verificar se os alunos já têm um conhecimento da geometria primitiva.

Etapa 2 – Exibição do Vídeo
Exiba o Vídeo “Diálogo Geométrico”. Este tem duração aproximadamente 10 minutos e pode ser encontrado no endereço:
http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me004809.mp4
Etapa 3 – Atividade
Pedir aos alunos que desenhem em uma folha de papel A4 figuras geométricas planas e através delas fazendo pontes, linhas de intersecção para formar novas figuras identificando quantidade de lados com seus respectivos nomes. Em grupos desenhar triângulos com três dimensões diferentes e fazer testes se neles valem a relação do Teorema de Pitágoras.
Avaliação:
A avaliação será realizada de forma a valorizar a participação do aluno em cada etapa do processo verificando o seu desenvolvimento  em torno do objetivo proposto.

domingo, 9 de dezembro de 2012

AUTO AVALIAÇÃO

Sócrates, grande filósofo! Acredito que todos nós deveríamos ter a humildade de Sócrates em dizer “só sei que nada sei” e perceber que o mundo tem muito a nos ensinar. Esta nova etapa da minha vida fortificou-me ainda mais o pensamento de que o trabalho em equipe intensifica os ensinamentos e os resultados são gratificantes.
Sabemos que não somos perfeitos e o importante nisso tudo é quando percebemos nossas limitações e imperfeições e buscamos nos outros algo que nos complete. A cada momento que se passou durante esta formação entendi que a troca de experiências, de idéias, me fez conhecer ainda mais enquanto ser humano. É muito bom estar no meio de pessoas que pensam e discutem os mesmos objetivos, construindo juntos conhecimentos. Para isso, precisamos realmente nos conhecer, pois a partir do momento que nos conhecemos como diz Sócrates, é que percebemos que nada sabemos.
Esta formação nos abriu um leque muito grande em todos os sentidos, enquanto professores, formadores e orientadores. A nossa missão foi a de colaborar com todos os cursistas na orientação, no encaminhamento de estudo em cada roteiro. Acredito que muitas falhas existiram, mas que foram superadas pelos acertos! Posso citar aqui uma que foi o acompanhamento de estudo nos grupos. Infelizmente não pude visitar todos por motivo de condução, mas na próxima etapa traçarei as datas de reuniões para que este problema não persista. A nossa presença enquanto tutores nas reuniões é muito importante, os professores realizam o estudo com mais segurança e comprometimento.
Com certeza, a bagagem foi muito grande e a absorção de conhecimento vai além do esperado. Como diz Sócrates: "todos nascem com o conhecimento e cabe ao mestre fazer o parto". A cada momento de nossa caminhada vamos adquirindo mais conhecimento. Sejam eles sós ou através de um mestre. Os mestres servem para nos ajudar a aprimorarmos cada vez mais nossos conhecimentos de forma orientada, e saber valorizar isto é tão importante quanto perceber, que quando estamos errando podemos  melhorar.
Vejo, que a todo momento estamos aprendendo algo novo, e acredito que devemos abraçar todas as oportunidades vindas, principalmente àquelas que nos engrandecem enquanto formadores, multiplicadores, professores e educadores. Em cada reflexão que fazemos de nosso trabalho, se somos comprometidos, com certeza modificaremos nosso pensar, nossas ações, etc. e traçaremos novos caminhos para podermos ensinar diferente.
A ideia é esta mesma: ao nos auto avaliarmos com sinceridade, podemos continuar investindo no que deu certo e tentar melhorar o que eventualmente não tenha saído como esperávamos. Ao melhorarmos de forma inovadora, trabalharemos mais felizes e conseguiremos ensinar melhor aos nossos alunos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

ATIVIDADE 1 - EIXO AVALIAÇÃO

Esta matriz FOFA (forças, oportunidades, fraquezas, ameaças) tem como objetivo identificar as informações por meio de um estudo com análise do meu trabalho enquanto tutor do Multicurso Matemática ano IV na SRE – Colatina/Linhares. Sendo assim realizada a atividade 1 do EIXO AVALIAÇÃO.
Muitas fontes creditam a autoria da análise SWOT ou matriz FOFA à Kenneth Andrews e Roland Christensen, que a definem como:
Pontos Fortes - Strengths (S)
Pontos Fracos - Weaknesses (W)

Oportunidades - Opportunities (O)
Ameaças - Threats (T)

Matriz FOFA:

Pontos Fortes:
Formação de Professores
Material de Boa Qualidade
Credibilidade
Acompanhamento mais de perto
Oportunidades:
Crescimento pessoal
Conhecimento

Pontos Fracos:
Falta de condução para acompanhamento
Ameaças:
Aplicabilidade
Comprometimento de todos
Sinceridade e Seriedade



Um abraço,
Marcelo

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

DISCUSSÕES SOBRE A ATIVIDADE 1 – EIXO TECNOLOGIAS

Claudiane concorda com Dewey, quando diz que o aprendizado se dá quando as ideias são compartilhadas e isso só irá acontecer se o ambiente proporcionar a livre expressão do pensamento. A sociedade brasileira em geral, não incentiva que a população use a expressão do pensamento de forma a reivindicar seus direitos expondo suas ideias e as colocando em prática. Na educação não é diferente. Educadores expõem suas ideias aos educandos e eles as assumem como verdade e conhecimento acabado, não colocando em prática as suas, tornando-se cidadãos sem autonomia e com o aprendizado comprometido.
Devemos incentivar a expressão de ideias dos educandos a fim de que os mesmos se sintam à vontade para se expressar e melhorar assim o aprendizado.

“A relação humana seja qual for, se manifesta, ao nosso entendimento, por meio da expressão e da recepção do pensamento humano”.
O nosso curso tenta criar um ambiente onde não exista barreiras que impeçam os cursistas de expor os seus pensamentos, diante disso sentimos liberdade para expormos os nossos pensamentos. Ao termos essa liberdade de expressar, nos abrimos para permitir que nossos colegas também tenham essa liberdade ao comentar o que colocamos nessas ferramentas de comunicação. O nosso aprendizado acontece porque nossas idéias são compartilhadas, sem barreiras à livre expressão do pensamento.(Antônio)
Entendo que esse compartilhamento de ideias pode ocorrer em espaços e momentos diversos, como por exemplo, por meio da leitura de um livro, pois mesmo que o leitor não debata com outras pessoas, ocorre um debate entre suas ideias e as ideias do escritor.
Dewey também afirma que é necessário partir de um problema sentido pelos alunos, analisar esse problema, pensar em alternativas de resolução, experimentar várias possibilidades e finalmente, agir, como prova final da solução. Esta é uma proposta que também tentamos desenvolver com os cursistas, com o objetivo de que eles sejam protagonistas do seu processo de formação.(Franciely)
Marcia diz que, se as pessoas forem "podadas" e não puderem expressar livremente seus pensamentos e opniões desde criança, tendem a serem sujeitos sem uma participação ativa no meio em que vivem, mesmo tendo um grande potencial, podem se tornar pessoas frustradas e ansiosas, com medo de abrir a boca e serem repreendidas. É claro que têm pessoas com personalidades fortes e objetivos maiores de vida. Essas conseguirão superar estas barreiras e expressar livremente seus pensamentos, mas será uma minoria.

Embora tenhamos professores/educadores que conservam a idéia de educar à moda antiga, temos a maioria acreditando que a livre expressão do pensamento quebra barreiras, quebra os paradigmas muitas vezes impostos pelos pais. Devemos ainda lutar para uma educação na qual os alunos participem ativamente na construção de sua aprendizagem, seja co-autor, conduzido pelos professores/orientadores da aprendizagem. Vivemos em sociedade, por isso, não conseguimos viver sós! Embasados neste pensamento, quando estamos em grupos, as idéias surgem com mais naturalidade, os assuntos são discutidos de forma colaborativa e participativa, onde todos são ouvidos e tem espaço para expor seus pensamentos. Acredito que estamos conduzindo aprendizagens por meio de experiências vividas por cada um, agindo democraticamente e fazendo com que nossos alunos também saibam se expressar em público, diante de uma sociedade tão desigual.(Marcelo)
Gostaria de registrar a seguinte frase: “O aluno recebia passivamente o conhecimento”. Diante desse pensamento, percebemos que as coisas não mudaram muito em nossas escolas. John Dewey percebeu isso naquela época nos EUA, e hoje em dia, pelo ao menos aqui no Brasil, ainda estamos vivenciando uma educação unilateral, onde só o professor expõe o conhecimento. Mas percebemos que novos caminhos já surgiram, como por exemplo, as pesquisas de Ubiratan D'Ambrósio sobre Etnomatemática, que coloca em foco a valorização e a utilização da bagagem cultural do aluno a favor da educação, aproveitando a experiência de vida de cada um. Com isso podemos perceber que  Dewey já se referia a esse fato quando disse que cabe ao professor despertar o interesse do aluno, conduzindo o aprendizado por meio da experiência dele.(Wania)
Bem lembrado sobre a etnomatemática tão falada e discutida por nós nesta formação. Realmente não podemos nos esquecer de que somos os condutores de nossos alunos, por isso, devemos agir com cautela para não deixá-los agirem arbitrariamente. As experiências trazidas por eles devem ser trabalhadas de forma participativa e enriquecedora, fazendo com que todos discutam expontaneamente os assuntos e construam sua aprendizagem.(Marcelo)
Podemos aproveitar a bagagem que nosso aluno traz. Quanto ao nosso curso on line acho que cada um de nós deixa algumas pegadas e pistas que podemos aproveitar para crescermos como pessoa e como profissional. (Silvia)